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Marrana!

R$ 14,99

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Em tempos de intolerância e de ódios acirrados haverá espaço para o amor?

Em busca de seu filho desaparecido, Catarina - uma comerciante judia do século XVII - é forçada a deixar a segurança da comunidade judaica de Amsterdam e retornar às terras de onde seus ancestrais fugiram, perseguidos pela Inquisição espanhola e portuguesa.

Haverá espaço para o amor em tempos de intolerância?

A autora Katia de Lima Pessanha volta na História e usa o período da Inquisição e a perseguição aos judeus convertidos, cristãos-novos, como pano de fundo para seu romance exatamente para abordar o tema da intolerância.

Discriminados e perseguidos, os cristãos-novos, chamados pejorativamente de marranos, fugiram em grande número da Espanha e de Portugal (Sefarad) indo para outros países da Europa e do Oriente no que se convencionou chamar a diáspora sefardita. No início da colonização brasileira foram muitos os cristãos-novos que se estabeleceram no Brasil e esse fluxo aumentou com a dominação holandesa no Nordeste.

Ambientado na Europa do século XVII, o romance tem como personagem principal Catarina de Leon Lima, uma mulher de negócios.

Estranho para a época? Bastante comum em Amsterdam, onde viúvas em especial eram donas ou sócias de empreendimentos. No caso de Catarina, ela comercializava açúcar, uma das principais atividades a que se dedicavam os cristãos-novos que puderam retornar à vida judaica na liberal Amsterdam.

Encontrar seu filho desaparecido em viagem de negócios é o objetivo de Catarina e para isso, ela vai enfrentar a oposição de sua comunidade mas contará com o apoio de Emanuel Torres, seu sócio.

Torres representa o homem dividido em múltiplas identidades: ora judeu, ora cristão, ora espanhol, ora flamengo e entre Catarina e ele vai se desenvolver um romance sujeito aos sabores dessas divisões.

O nome Marrana! refere-se às mulheres marranas que tiveram um papel fundamental na preservação da fé e da cultura depois da conversão forçada, o que as tornou o principal alvo da perseguição inquisitorial. O cotidiano feminino nesse contexto histórico é abordado em uma mescla de aspectos domésticos, culturais e religiosos.

Pinturas de mestres da pintura holandesa desse período como Rembrandt e Vermeer ilustram o livro e citações do filósofo Baruch Spinoza abrem cada capítulo.

“A mais alta atividade a que o ser humano pode se dedicar é a de compreender, porque compreender é ser livre.”

Baruch Spinoza, filósofo de família marrana, Século XVII

A Autora

O que é mais verdadeiro que a verdade? Uma história

Katia Pessanha teve uma carreira corporativa ligada à tecnologia e gestão de pessoas e é também uma amante apaixonada de histórias e da História. Usou a lógica cotidianamente, mas escrever crônicas e poesias a mantiveram sã e razoavelmente equilibrada.

Ao descobrir suas origens marranas, seguiu o provérbio judeu: “O que é mais verdadeiro que a verdade? Uma história” e criou uma ancestral fictícia para melhor mergulhar no mundo de seus antepassados.

Autora de três outros livros, Marrana! é sua estreia como romancista e exigiu uma entrega tão profunda e prazeirosa que Katia terminou por deixar sua carreira corporativa para dedicar-se à literatura.

Além de pesquisar e participar de cursos no Brasil, Katia viveu em Lisboa e no México, visitou sinagogas sefarditas na Espanha, na Itália e no Oriente e mergulhou no tema com o apoio de estudiosos e de fontes em Amsterdam.

Nesse site, além de informações sobre o livro, os leitores encontrarão farto material recolhido em sua pesquisa e um blog com histórias de sua trajetória.

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Informações sobre a Publicação

Formato: eBook Kindle
Pode ser lido: No dispositivo Kindle ou no aplicativo Kindle
(computador, celular ou tablet)

Publicado: 1a. ed. 28 Outubro 2017;
Número de páginas: 279

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